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Delluka Vieira lança EP “Não Vai ter Volta” e faz planos para 2017

Delluka Vieira lança EP “Não Vai ter Volta” e faz planos para 2017

Por: Cristiane Bomfim | Data: 27 de novembro de 2016

Aos 23 anos de idade e quatro como cantor solo, Delluka Vieira diz ter superado a enorme timidez que o fez ficar parado atrás de uma caixa de som na lateral do palco em sua primeira apresentação. “Era algum show em comício de algum candidato que estava no meu bairro. Mas eu fiquei tão nervoso, que não saí de trás da caixa de som”, lembra o jovem que – no início de novembro – lançou seu novo EP “Não Vai Ter Volta”. O disco inclui a curiosa trilogia da sofrência composta pelas canções “Frentista”, “Hoje eu Não Vou Pra Casa” e “Não Vai ter Volta”. Como o nome diz, sofrimento pouco é bobagem.

As três faixas ganharam clipe. Todos gravados pela Lab3 TV no mesmo dia e no mesmo cenário: uma lancha no litoral paulista. “Escolhemos a praia porque está chegando o verão e queríamos um pouco desse clima tropical nos vídeos. Ao mesmo tempo, a ideia é que eles fossem simples”, explicou Delluka em entrevista exclusiva ao Música Popular Sertaneja durante o ensaio para o lançamento do trabalho, que ocorreu em uma casa noturna em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

Fã assumido de Zezé di Camargo & Luciano  – graças a uma vizinha que ouvia ininterruptamente a dupla no último volume-, Delluka também compõe. Aliás, ele é autor de  “Não Vai Ter Volta” (Delluka Vieira e Vitor Silva) e “Hoje Eu Não Vou Pra Casa” (Delluka Vieira e Felipe Curti), que integram a triologia da Sofrência. Juntos, os três vídeos já foram vistos mais de 2 milhões e 100 mil vezes. “Eu não tenho ideia de quantas músicas ja escrevi. Mas foram muitas”, conta Delluka.

São quatro anos de carreira solo, mas Delluka começou cantar cedo. Aos 15 anos, quando desistiu do sonho de ser jogador profissional de futebol, formou a primeira dupla – Maike e Rey. O parceiro era 20 anos mais velho e a dupla acabou não dando certo. “Aprendi muito com ele, mas decidi que a partir daí cantaria sozinho”, explicou.

Com cerca de 12 shows por mês – especialmente capital e interior de São Paulo – e cachê que varia de R$ 8 mil a R$ 10 mil, Delluka conta que o sonho de se manter com a música já foi realizado. Mas ele sonha mais alto. Quer, em 2017, aumentar o valor do cachê e ter agenda com pelo menos 15 shows por mês e incluir no roteiro os estados de Minas Gerais, Goiás e Paraná. O trabalho atual, ele acredita, vai ajudar.

Além da Trilogia da Sofrência, o EP tem ainda as faixas “Dez Pra Uma”, “Honrando Nosso Compromisso”, “Não me Pergunte Por Que”, “Interferência”, “Deixa eu Voar” e Minha Pequena”. As três últimas são do bônus e fazem parte, originalmente, do disco anterior do artista. “É um álbum muito bom e vamos ter oportunidade de trabalhar as músicas ao longo do tempo”, disse.

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