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Transmissão de shows sertanejos é uma das estratégias de crescimento do ClapMe

Transmissão de shows sertanejos é uma das estratégias de crescimento do ClapMe

Por: Cristiane Bomfim | Data: 28 de julho de 2016

Sabe aquela dor no coração por não poder estar presente no show do seu artista favorito? Pode ser porque a apresentação não será na sua cidade (ou estado), ou porque você está sem grana para comprar o ingresso ou ainda porque já tem um compromisso marcado para aquele dia e horário. Para aproximar artistas de seus fãs, um grupo de jovens criou em 2012 uma plataforma para a transmissão de shows ao vivo. A ferramenta, que ganhou o nome de ClapMe, tem a ambição de se tornar o Netflix dos shows. A partir dele é possível assistir performances dos seus artistas favoritos em tempo real ou ainda, mediante uma assinatura, o conteúdo é oferecido sob demanda.

Sócios do ClapMe investem em crescimento da marca

O comando do ClapMe é dividido entre Celso Augusto Forster e outros três sócios: Filipe Callil, Felipe Imperio e Diego Yamaguti.

A plataforma criada em 2012 começou a funcionar no ano seguinte com a transmissão de shows de bandas de rock e alternativas. “Costumo dizer que o ClapMe surgiu da frustração de músicos que não conseguiam divulgar seus trabalhos”, conta o baterista e um dos sócios e idealizadores da startup, Celso Augusto Forster, de 35 anos. Hoje, o serviço está muito mais eclético: é possível encontrar também shows de MPB, sertanejo e outros estilos. Gusttavo Lima foi o primeiro sertanejo a se interessar pela ferramenta – em maio de 2015 – para que seu show ultrapassasse a barreira física de uma casa noturna pudesse ser visto por milhares de fãs em qualquer lugar do país com acesso à internet. Na semana passada, Henrique & Diego tiveram uma apresentação na Wood’s São Paulo transmitida ao vivo e hoje, dia 28, será a vez de Lucas Lucco estrear no ClapMe.

“O sertanejo é o estilo mais popular e profissionalizado da música brasileira. É um mercado com grande potencial para ser explorado. Os artistas estão procurando outras formas de se relacionar com seu público e o ClapMe é esta nova forma”, afirma Forster. A entrada dos sertanejos na plataforma ainda está no início e com alguns problemas. Na semana passada, a startup anunciou que faria a transmissão dos shows de Higor Rocha e Simone & Simaria no Centro de Tradições Nordestinas (CTN). No entanto, eles não foram transmitidos.

Segundo a assessoria de imprensa de Higor Rocha e das coleguinhas Simone & Simaria, a equipe do ClapMe não verificou com antecedência as condições técnicas do local e no momento da transmissão da performance de Higor Rocha não havia sinal de internet. Quanto ao show de Simone & Simaria, a assessoria afirma que os empresários não foram consultados sobre a transmissão e, por isso, a captação das imagens não foi autorizada. De acordo com a ClapMe, “as transmissões agendadas para o show no CTN na semana passada não ocorreram por problemas técnicos. A equipe chegou ao local à tarde e constatou os problemas”. Celso Forster também que no site da startup há um aviso de que a programação pode ser alterada sem aviso prévio.

Expansão

Desde o inicio das operações, em 2013, o ClapMe já transmitiu mais de 1.000 apresentações. Aumentar a participação de artistas sertanejos na plataforma faz parte da estratégia de expansão da startup que pretende até o fim do ano garantir a transmissão de, pelo menos, um show por dia nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Los Angeles, nos Estados Unidos.

Os donos do ClapMe pretendem também ampliar o número de assinantes – estimado hoje em 500 – e recuperar rapidamente a marca de 150 mil usuários únicos por mês. “Há cerca de três meses fizemos a migração de plataforma e estamos agora reativando a base de usuários, convidando essa audiência para o novo ClapMe”, explicou Forster ao Música Popular Sertaneja.

Visibilidade

Não é preciso ser assinante para assistir o show de um artista pelo ClapMe. O cadastro no site (a partir do preenchimento de um formulário simples) dá o direto de assistir as apresentações grátis ao vivo e até 24 horas após o encerramento. Alguns shows estão disponíveis a partir da compra do que eles chamam de ‘ticket premium’. Neste caso basta escolher o show e comprar o ingresso para assistir a apresentação ao vivo pela internet por preços que vão de R$ 2 a R$ 20. A assinatura mensal custa R$ 15,90 e dá o direito de ver e rever todo o conteúdo armazenado na plataforma.

Os artistas e músicos ganham, segundo os idealizadores do ClapMe, uma nova forma de divulgação do trabalho e ainda uma nova fonte de receita, uma vez que ele recebe parte do valor cobrado pela compra dos tickets para ver o show através da plataforma. “Não cobramos nada pela transmissão. Ganhamos dinheiro com as assinaturas premium, a venda dos tickets premium e patrocínio”, encerra Forster. Atualmente a equipe do ClapMe é formada por dez pessoas. O comando é dividido entre Celso Augusto Foster e outros três sócios: Filipe Callil, Felipe Imperio e Diego Yamaguti.

 

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